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	<title>Upgrade de Memória</title>
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	<description>Porque não temos memória de elefante</description>
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		<title>Download Google Chrome</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 04:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
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		<description><![CDATA[O que parecia ser apenas mais uma notícia do mundo da tecnologia, tornou-se o início de uma revolução. O  Google lança o seu próprio navegador Web, o Google Chrome. Baseado no Webkit, o mesmo engine utilizado pelo Safari da Apple e desenvolvido pelo projeto KDE, incialmente para o Konqueror, o Google Chrome já nasce maduro o suficiente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que parecia ser apenas mais uma notícia do mundo da tecnologia, tornou-se o início de uma revolução. O  Google lança o seu próprio navegador Web, o Google Chrome. Baseado no Webkit, o mesmo engine utilizado pelo Safari da Apple e desenvolvido pelo projeto KDE, incialmente para o Konqueror, o Google Chrome já nasce maduro o suficiente para ser utilizado no dia a dia.</p>
<p>A velocidade de execução de aplicações Javascript é impressionante. Não sei qual a mágica que fizeram mas as aplicações JS executam muito mais rápido que no IE. Mas, mesmo websites que não usam muito o Javascript levam vantagem na velocidade de redenrização da páginas. Testamos em vários serviços e sistemas WEB desenvolvidos por nós na iDev Solutions e não detectamos nenhum tipo de problema. Pelo contário, normalmente as páginas abrem mais rapidamente que no IE ou no Firefox.</p>
<p>Além do ganho em performance, vários outros quesitos foram minunciosamente elaborados pelo team do Google como a utilização do espaço da tela, privacidade para usuários de PCs compartilhados, segurança e velocidade das aplicações WEB.</p>
<p>Não nos resta muito mais a comentar a não ser deixar a recomendação para que você faça o seu própio teste e tire sua conclusão. Baixe o Google Chrome no seguinte endereço: <a href="http://www.google.com/chrome">http://www.google.com/chrome</a></p>
<p>Confira um vídeo diretamente do Google sobre o novo Browser:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T8uAZja4i1M&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/T8uAZja4i1M&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Travamentos aleatórios do Firefox 3.0 (Windows Vista e XP)</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 05:42:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[firefox]]></category>
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		<description><![CDATA[Após o BETA2 do Firefox 3.0, venho convivendo com travamentos aleatórios do navegador, rodando sobre o Windows. Torcia a cada atualização para que o problema fosse resolvido, mas após 1 mês da versão final lançada, os problemas continuavam. Os travamentos ocorriam principalmente quando eu tinha muitas abas abertas, ou então quando estava usando o Gmail. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após o BETA2 do Firefox 3.0, venho convivendo com travamentos aleatórios do navegador, rodando sobre o Windows. Torcia a cada atualização para que o problema fosse resolvido, mas após 1 mês da versão final lançada, os problemas continuavam. Os travamentos ocorriam principalmente quando eu tinha muitas abas abertas, ou então quando estava usando o Gmail. Por vezes travava quando o FF abria restaurando a última sessão aberta (novo recurso da versão 3).</p>
<p>Se você tiver passando por esses problemas, resolvi desinstalando o Firefox 3.o e apagando os arquivos que ficam após desinstalação no diretório c:\Arquivos de Programas\Mozilla Firefox 3.0\. Após isso, reinstale o Firefox. Você não perderá seus favoritos, complementos  (extensões e temas), que ficam armazenados no seu perfil.</p>
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		<title>Aptana RadRails: A IDE para RubyOnRails</title>
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		<pubDate>Sat, 26 Jan 2008 00:59:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho experimentado muitas IDEs e editores de código desde quando comecei a usar Rails. Mas com as últimas versões do Aptana RadRails, parece que enfim encontrei o que precisava para ganhar produtividade. Claro que muitos recursos ainda estão faltando para que ele possa ser a solução definitiva. Mas o ele já tem é mais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho experimentado muitas IDEs e editores de código desde quando comecei a usar <a href="http://www.rubyonrails.com">Rails</a>. Mas com as últimas versões do <a href="http://www.aptana.com/rails/">Aptana RadRails</a>, parece que enfim encontrei o que precisava para ganhar produtividade. Claro que muitos recursos ainda estão faltando para que ele possa ser a solução definitiva. Mas o ele já tem é mais que suficiente para que eu me sinta em csa.</p>
<p>O debug está muito bom, quase no mesmo nível do Visual Studio, Visual Basic e Delphi, que são ferramentas que tem debugs matadores.</p>
<p>O que ainda falta é um intellisense que realmente ajude. A natureza dinâmica do Ruby torna muito difícil de implementar esse recurso de forma eficiente. A mágica do Rails complica ainda mais as coisas. Mas estive dando uma olhada em um screencast do <a href="http://www.codegear.com/products/3rdrail">3rdRail </a>e acredito que logo, logo o RadRails estará no mesmo nível, em se tratando de intellisense.</p>
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		<title>Google Search Files To Download versão 1.0</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jun 2007 16:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o mecanismo de busca do google é uma ferramenta poderosa, todos sabemos. Uso uso com frequencia por exemplo para correção ortográfica. Sim, basta digitar uma palavra com erro ortográfico e o google fará a sugestão pela busca da palavra correta.
Um outros uso inusitado da ferramente, é procurar arquivos MP3 para download. Nesse cas, fazemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o mecanismo de busca do google é uma ferramenta poderosa, todos sabemos. Uso uso com frequencia por exemplo para correção ortográfica. Sim, basta digitar uma palavra com erro ortográfico e o google fará a sugestão pela busca da palavra correta.</p>
<p>Um outros uso inusitado da ferramente, é procurar arquivos MP3 para download. Nesse cas, fazemos uma busca apenas pelas pastas com indexes em servidores da WEB. O resultado é surpreendente.</p>
<p>Preencha no campo de pesquisa do google a expressão abaixo, substituindo a palavra Nirvana, pela banda que desejar:</p>
<p><span class="postbody">-inurl:(htm|html|php) intitle:&#8221;index of&#8221; +&#8221;last modified&#8221; +&#8221;parent directory&#8221; +description +size +(wma|mp3) &#8220;Nirvana&#8221;</span></p>
<p> <img src='http://marcus.idevs.net/log/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Convertendo arquivos de uma pasta de iso-8859-1 para utf-8</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2007 19:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outra dia me bati durante quase 1 hora procurando alguma solução rápida para converter todos os arquivos de uma pasta para UTF-8. Encontrei diversas soluções, mas todas muito complexas para que fizesse parte da minha &#8220;caixa de ferramentas&#8221;. Hoje encontrei esse script no blog do Guilherme Aguiar. Simples, prático e eficiente.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outra dia me bati durante quase 1 hora procurando alguma solução rápida para converter todos os arquivos de uma pasta para UTF-8. Encontrei diversas soluções, mas todas muito complexas para que fizesse parte da minha &#8220;caixa de ferramentas&#8221;. Hoje encontrei <a href="http://www.guilhermejr.net/?p=60">esse script</a> no blog do Guilherme Aguiar. Simples, prático e eficiente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Netbeans no Windows XP e UTF-8</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2007 15:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando as minhas andanças por Rails, estou experimentando a IDE Netbeans com os devidos plugins para Ruby e Rails. Uma grande vantagem que eu percebi até o momento foi o intellisense (não tenho certeza do nome dessa funcionalidade), que funciona muito bem. Além de sugerir as possíveis interfaces para o método em questão (ao pressionar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando as minhas andanças por Rails, estou experimentando a IDE Netbeans com os devidos plugins para Ruby e Rails. Uma grande vantagem que eu percebi até o momento foi o intellisense (não tenho certeza do nome dessa funcionalidade), que funciona muito bem. Além de sugerir as possíveis interfaces para o método em questão (ao pressionar Ctrl+Space), apresenta uma documentação bem útil principalmente quando estamos aprendendo:</p>
<p><a href="http://marcus.idevs.net/log/?attachment_id=39" rel="attachment wp-att-42" title="Netbeans com autocompletation e documentação - Thumb"><img src="http://marcus.idevs.net/log/wp-content/uploads/2007/04/netbeans6_p1.jpg" alt="Netbeans com autocompletation e documentação - Thumb" /></a></p>
<p>Tive dificuldades com arquivos em UTF-8. Como o WebRick (mini-servidor http, usado quando desenvolvemos em Rails) só funciona com UTF-8, a tendência é que os projetos em Rails sejam todos desenvolvidos com essa codificação.</p>
<p>Achei a solução em um dos comentários <a href="http://blogs.sun.com/katakai/entry/how_to_use_utf_8" target="_blank">desse post</a>. Basta alterar o atalho que inicia o Net beans para usar esse parâmetro dessa forma:</p>
<p><code>netbeans.exe -J-Dfile.encoding=UTF-8</code></p>
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		<title>Alterar senha do root no MySQL</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2007 19:22:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Se tem uma coisa que eu não gosto é quando um software tem senha em branco por padrão. Nessas situações, existe uma tendência muito grande dos usuários de mantê-la assim. O SQL Server foi um dos que sofreu barbaridades por causa disso. Encontrar servidor SQL Server em ambiente de produção com senha em branco era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que eu não gosto é quando um software tem senha em branco por padrão. Nessas situações, existe uma tendência muito grande dos usuários de mantê-la assim. O SQL Server foi um dos que sofreu barbaridades por causa disso. Encontrar servidor SQL Server em ambiente de produção com senha em branco era coisa comum.</p>
<p>O MySQL ainda é assim, senha de root em branco por default. A primeira coisa que eu faço quando instalo um servidor MySQL é trocar a senha do root com o seguinte comando:</p>
<p><code>mysqladmin -u root password uma_senha_dificil</code></p>
<p>Mas, o que fazer quando se esquece essa senha?</p>
<p>Parar o servidor MySQL<br />
<code>/etc/init.d/mysqld stop</code></p>
<p>Iniciar o MySQL sem ler as tabelas de permissões<br />
<code>mysqld_safe --skip-grant-tables &amp;</code></p>
<p>Alterar a senha do root<br />
<code>mysqladmin -u root flush-privileges password novasenha</code></p>
<p>Reiniar o MySQL<br />
<code>/etc/init.d/mysqld restart</code></p>
<p>Pronto!</p>
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		<title>Ubuntu Feisty: Desktop Effects</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2007 18:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou já há algum tempo usando o Feisty e tenho tipo boas experiências.  A performance do Desktop é perceptivelmente melhor do que a versão anterior do Ubuntu (Edgy). O boot é incrivelmente veloz. As aplicações abrem mais rápido também.
Outra facilidade fantástica é o Restricted Drivers Manager (Gerenciador de Drivers Proprietários). Minha placa wifi DLink, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou já há algum tempo usando o Feisty e tenho tipo boas experiências.  A performance do Desktop é perceptivelmente melhor do que a versão anterior do Ubuntu (Edgy). O boot é incrivelmente veloz. As aplicações abrem mais rápido também.</p>
<p>Outra facilidade fantástica é o Restricted Drivers Manager (Gerenciador de Drivers Proprietários). Minha placa wifi DLink, com chipset Atheros funcionou sem nenhum tipo de problemas (foi habilitado por padrão). Minha NVidia GeForce 6100 (on board) também foi listada e nesse caso foi preciso que eu habilitasse-a manualmente. Novamente, tudo tão simples quanto um clicar de mouse pode ser.</p>
<p>A próxima experiência foi  brincar com o Desktop Effects, nome dado à integração do Compiz no Ubuntu. Agora é tão fácil habilitar um desktop 3D  que perdeu um pouco da graça. <img src='http://marcus.idevs.net/log/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para não dizer que tudo são flores, a rotação do Desktop em cubo não funcionou. Resolvi o problema seguindo <a href="http://andrenoel.com.br/index.php/2007/03/29/como-habilitar-o-cubo-nos-efeitos-da-area-de-trabalho-no-feisty/">essa dica</a> do André Noel. Senti falta também de uma software onde eu pudesse configurar outros detalhes do Compiz. Por padrão não vem uma aplicativo para isso, mas se resolve facilmente:</p>
<p><code>sudo apt-get  install gnome-compiz-manager</code></p>
<p>Aparecerá um novo  atalho em <em>Sistema -&gt; Preferências -&gt; GL Desktop</em></p>
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		<title>vmware player</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Feb 2007 14:38:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O vmware é um software para virtualização de computadores. Com ele é possível a criação de computadores virtuais, utilizando o hardware de um único computador. Dentre os diversos usos para esse tipo de recurso, podemos destacar a instalação vários sistemas operacionais em um único computador para realização de testes, sem comprometer o sistema principal. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vmware é um software para virtualização de computadores. Com ele é possível a criação de computadores virtuais, utilizando o hardware de um único computador. Dentre os diversos usos para esse tipo de recurso, podemos destacar a instalação vários sistemas operacionais em um único computador para realização de testes, sem comprometer o sistema principal. Além disso, não é necessário realizar reboot para alterar entre os sistemas instalados, já que todos poderão rodar ao mesmo tempo dentro do vmware.</p>
<p>Até pouco tempo atrás, para utilizar qualquer versão do vmware era necessário adquirir uma licença. Isso foi mudado com o lançamento de uma versão enxuta chamada vmware player, na qual é possível executar máquinas virtuais, mas não é possível criá-las. Essa deficiência entretanto se contorna facilmente. Podemos utilizar o serviços do site <a href="http://www.easyvmx.com">http://www.easyvmx.com</a> para criar a máquina virtual com a configuração desejada. Após isso é só realizar o donwload de um arquivo .zip com a máquina recém criada e executar no vmware player. Diferentemente do que pode-se imaginar, o download não é maior que 50KB, já que a máquina recém-criada ainda não ocupou espaços em disco nem na memória RAM.</p>
<p>Para instalar o vmware player no Ubuntu (estou usando Edgy) faça:</p>
<p><code>apt-get install vmware-player</code></p>
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		<title>Removendo espaços da tag FORM</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 19:52:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Problemas de espaçamento desnecessários na tag FORM são comuns ao desenvolvermos sistemas WEB. A necessidade de elaborar formulários complexos, em um espaço limitado e precioso, faz com que esse tipo de problema seja frequente.
Uma dica antiga era colocar a tag FORM entre o &#60;table&#62; e o &#60;tr&#62;, nessa forma:

&#60;table&#62;
&#60;form&#62;
&#60;tr&#62; &#60;td&#62;&#60;input .... &#62;&#60;/td&#62;&#60;/tr&#62;
&#60;/form&#62;
&#60;/table&#62;

Ok, funciona, só que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problemas de espaçamento desnecessários na tag FORM são comuns ao desenvolvermos sistemas WEB. A necessidade de elaborar formulários complexos, em um espaço limitado e precioso, faz com que esse tipo de problema seja frequente.</p>
<p>Uma dica antiga era colocar a tag FORM entre o &lt;table&gt; e o &lt;tr&gt;, nessa forma:<br />
<code><br />
&lt;table&gt;<br />
&lt;form&gt;<br />
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;input .... &gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;<br />
&lt;/form&gt;<br />
&lt;/table&gt;<br />
</code><br />
Ok, funciona, só que isso não é HTML válido.</p>
<p>Uma forma mais correta de fazer isso é utilizando CSS, alterando as propriedades border e padding para 0:<br />
<code><br />
&lt;form style="border: 0px; padding:0px;"&gt;<br />
&lt;table&gt;<br />
&lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;input .... &gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;<br />
&lt;/table&gt;<br />
&lt;/form&gt;<br />
</code><br />
Agora temos HTML válido, omitindo os espaços desnecessários com CSS. Mas que tal  aplicar automaticamente a todos os elementos FORM do seu sistema?<br />
<code><br />
&lt;style type="text/css"&gt;<br />
form { border: 0px; padding:0px; }<br />
&lt;/style<br />
</code><br />
 <img src='http://marcus.idevs.net/log/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Desabilitando plural de tabelas no Ruby on Rails</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=30</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2007 19:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rails]]></category>

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		<description><![CDATA[Por padrão, o RoR vem configurado para realizar pluralizalição nos nomes das tabelas, de modo que os classes fiquem no singular e as tabelas e controllers no plural. Isso funciona muito bem no idioma inglês, mas no português acaba sendo um problema.
Mas desabiblitar tabelas no plural no rails é bem simples.  Basta colocar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por padrão, o RoR vem configurado para realizar pluralizalição nos nomes das tabelas, de modo que os classes fiquem no singular e as tabelas e controllers no plural. Isso funciona muito bem no idioma inglês, mas no português acaba sendo um problema.</p>
<p>Mas desabiblitar tabelas no plural no rails é bem simples.  Basta colocar a seguinte linha no final do  arquivo config/environment.rb<br />
<code>ActiveRecord::Base.pluralize_table_names = false</code></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Configurando proxy para o apt-get</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=28</link>
		<comments>http://marcus.idevs.net/log/?p=28#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2006 18:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcus.idevs.net/log/?p=28</guid>
		<description><![CDATA[Em ambientes corporativos, é comum o uso de proxy autenticado para acesso à internet. Nesses casos, é possível para atualizar e instalar pacotes do Linux ou Ubuntu, é possível configurar o proxy no Synaptic. Uma forma melhor é configurar o proxyao nível do sistema, dessa forma, além do synaptic, outras aplicações fará uso da mesma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em ambientes corporativos, é comum o uso de proxy autenticado para acesso à internet. Nesses casos, é possível para atualizar e instalar pacotes do Linux ou Ubuntu, é possível configurar o proxy no Synaptic. Uma forma melhor é configurar o proxyao nível do sistema, dessa forma, além do synaptic, outras aplicações fará uso da mesma configuração, como o wget.</p>
<p>Para tanto é necessário definir duas variáveis de ambiente. No debian e derivados, esta configuração pode e deve ser feita no arquivo /etc/enviroment. Abra para edição o arquivo com o seguinte comando:</p>
<p>$ gksu gedit /etc/environment</p>
<p>Adicione esse conteúdo ao final do arquivo:</p>
<p>http_proxy=&#8221;http://usuario:senha@10.2.1.2:3128&#8243; ftp_proxy=&#8221;http://usuario:senha@10.2.1.2:3128&#8243;</p>
<p>Feito! <img src='http://marcus.idevs.net/log/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Problema com teclado ABNT2 em distribuições com Xorg 7.1</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Oct 2006 18:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Tanto nos betas Ubuntu Edgy Eft, quando na versão final do Mandriva 2007, eu passei por problemas com o teclado ABNT2. Problemas há &#8220;séculos&#8221; resolvidos, voltaram para atormentar. Mas dessa vez trata-se apenas de mudança em configuração.
A correção está aqui
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tanto nos betas Ubuntu Edgy Eft, quando na versão final do Mandriva 2007, eu passei por problemas com o teclado ABNT2. Problemas há &#8220;séculos&#8221; resolvidos, voltaram para atormentar. Mas dessa vez trata-se apenas de mudança em configuração.<br />
A correção está <a title="http://hamacker.wordpress.com/2006/10/24/abnt2-no-ubuntu-edgy-610/" href="http://hamacker.wordpress.com/2006/10/24/abnt2-no-ubuntu-edgy-610/">aqui</a></p>
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		<title>Problema com o k3bsetup</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=26</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2006 20:52:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Problema ao iniciar o k3bsetup no Mandriva 2007?
Siga esse link:
http://qa.mandriva.com/show_bug.cgi?id=26359
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problema ao iniciar o k3bsetup no Mandriva 2007?</p>
<p>Siga esse link:</p>
<p><a target="_blank" href="http://qa.mandriva.com/show_bug.cgi?id=26359">http://qa.mandriva.com/show_bug.cgi?id=26359</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Configurando LAMP no Mandriva</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=25</link>
		<comments>http://marcus.idevs.net/log/?p=25#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2006 23:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O conjunto Linux + Apache + MySQL + PHP já é mais do que consagrado. Eu praticamente não vivo sem uma instalação dessas perto de mim. Quando não é por causa da necessidade dessa combinação de softwares livres para rodar algum serviço em particular, é para desenvolvimento de aplicações e sites WEB.
Abaixo os passos necessários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O conjunto Linux + Apache + MySQL + PHP já é mais do que consagrado. Eu praticamente não vivo sem uma instalação dessas perto de mim. Quando não é por causa da necessidade dessa combinação de softwares livres para rodar algum serviço em particular, é para desenvolvimento de aplicações e sites WEB.</p>
<p>Abaixo os passos necessários para instala-los no Mandriva 2007:</p>
<p>Instalar Apache + PHP:</p>
<p># urpmi apache apache-mod_php</p>
<p>Instalar servidor MySQL e suporte a MySQL no PHP:</p>
<p># urpmi MySQL php-mysql</p>
<p>Pronto! Tudo instalado e configurado. Basta inciar o MySQL e Apache:</p>
<p># /etc/init.d/mysql start</p>
<p># /etc/init.d/httpd start</p>
<p>A senha inicial do superusuário do mysql é em branco. Altere-a para maior segurança:</p>
<p># mysqladmin -u root password &#8216;nova_senha&#8217;</p>
<p>Se você acessar pelo navegador WEB o endereço http://localhost/ , já vai ver o Apache rodando. Para verificar que o PHP também está configurado, crie um arquivo no chamado info.php no diretório principal do serviço WEB:</p>
<p>echo &#8216;&lt; ?=phpinfo() ? &gt;&#8217; &gt; /var/www/html/info.php</p>
<p>Agora acessando http://localhost/info.php será possível ver a saída da função phpinfo(), que mostra toda a configuração atual do PHP.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Compilando programas no Mandriva 2007</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=24</link>
		<comments>http://marcus.idevs.net/log/?p=24#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2006 00:48:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando com a experiência com o Mandriva, seguem os pacotes necessários para que seja possível compilar programas, inclusive aplicações que dependem do KDE:
# urpmi  task-c-devel  kernel-source-2.6 glibc-devel  ctags
# urpmi task-c++-devel
# urpmi libxorg-x11-devel libstdc++6-devel libstdc++5-devel
# urpmi task-kde-devel
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando com a experiência com o Mandriva, seguem os pacotes necessários para que seja possível compilar programas, inclusive aplicações que dependem do KDE:</p>
<p># urpmi  task-c-devel  kernel-source-2.6 glibc-devel  ctags</p>
<p># urpmi task-c++-devel</p>
<p># urpmi libxorg-x11-devel libstdc++6-devel libstdc++5-devel</p>
<p># urpmi task-kde-devel</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Experimentando o Mandriva 2007</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=23</link>
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		<pubDate>Sat, 07 Oct 2006 03:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcus.idevs.net/log/?p=23</guid>
		<description><![CDATA[Resolvi testar o Mandriva para ver como é que está o trabalho depois da junção Mandrake + Conectiva. Pra começo de conversa, baixei o ISO do MandrivaOne 2007. Trata-se de um Live CD mas que pode ser instalado, assim como o Ubuntu.
O link para download via torrent é
http://qa.mandriva.com/torrent/2007/mandriva-one-2007-kde3.torrent 
Um fato curioso, é que agora eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resolvi testar o Mandriva para ver como é que está o trabalho depois da junção Mandrake + Conectiva. Pra começo de conversa, baixei o ISO do MandrivaOne 2007. Trata-se de um Live CD mas que pode ser instalado, assim como o Ubuntu.<br />
O link para download via torrent é<br />
<a href="http://qa.mandriva.com/torrent/2007/mandriva-one-2007-kde3.torrent">http://qa.mandriva.com/torrent/2007/mandriva-one-2007-kde3.torrent </a></p>
<p>Um fato curioso, é que agora eles estão oferecendo duas versões: uma com Gnome, outra com KDE. Resolvi usar a versão KDE.</p>
<p>Outra boa surpresa foi a configuração automática e sem problemas do XGL, para computadores que já possuem uma placa NVidia. Já durante a seção Live, o desktop 3D já estava funcionando, com driver da NVidia configurado e tudo. O Gcompiz funcionando sob o KDE não difere muito se comparado com o Gnome, que eu já tenho usado no Ubuntu.</p>
<p>A instalação foi rápida e indolor, um pouco parecida com a do Ubuntu, só que com algumas perguntas a mais. Para um usuário já iniciado, achei que o instalador é mais flexível, especialmente nas opções de configuração do boot loader, que pode ser grub ou lilo. Optei pelo grub, e já foi  incluído automaticamente o boot para o Windows 2000 que tenho instalado em hdc. Para o boot do Ubuntu (hda), tive que inserir manualmente.</p>
<p>Reiniciei o computador, entrei no Mandriva e o processo de instação finalizou com mais algumas configurações, como senha do root, criação de uma conta de usuário inicial e configuração da rede. Fiquei muito surpreso com a qualidade das aplicações de configuração drake*, que me conduziu nesse processo.</p>
<p>Chegou a hora de investigar os aplicativos instados por default e complementar com os que preciso. Sem ter familiaridade com o urpmi, abri a parte de gerenciamento de pacotes do drakconf (rpmdrake). Realizei facilmente as atualizações de segurança e adicionei repositórios para instalação de aplicações adicionais. Cheguei a instalar o gaim e mais uns 3 aplicativos pela ferramenta gráfica, mas o vício pela linha de comando é algo difícil de se perder. Fui procurar informações sobre o urpmi.</p>
<p>Com a taxa de transferência muito baixa ao instalar aplicativos pelo respósitorio que adicionei usando o rpmdrake, acabei descobrindo o easyurpmi.</p>
<p>Removi todos os repositórios adicionados anteriormente:</p>
<p><code>urpmi.removemedia -a</code></p>
<p>Adicionei o main e o contrib que consegui usando o easyurpmi (http://easyurpmi.zarb.org):</p>
<p><code># urpmi.addmedia main \<br />
ftp://mirror.fis.unb.br/pub/linux/MandrivaLinux/devel/2007.0/i586/media/main/release \<br />
with media_info/synthesis.hdlist.cz</code></p>
<p><code># urpmi.addmedia contrib \<br />
ftp://mirror.fis.unb.br/pub/linux/MandrivaLinux/devel/2007.0/i586/media/contrib/release \<br />
with media_info/synthesis.hdlist.cz</code></p>
<p>Pude instalar mais alguns programas, já com uma taxa de tranferência melhor:</p>
<p># urpmi kdesvn</p>
<p>Chegou a hora de instalar codecs extras e outras coisas que normalmente que não vem nas ditribuições, por proibições legais, como o libdvdcss. Encontrei um repositório que serve justamente à esse psopósito, o PLF (http://plf.zarb.org).</p>
<p>Antes de qualquer coisa, é aconselhável instalar a chave do repositório, para garantir autencidade dos pacotes:</p>
<p><code># urpmi lynx</code></p>
<p># lynx -source http://plf.zarb.org/plf.asc > plf.asc;</p>
<p># rpm &#8211;import plf.asc</p>
<p>Agora vamos adicionar os repositórios free e non-free do PLF:</p>
<p><code># urpmi.addmedia free  \</p>
<p>http://distrib-coffee.ipsl.jussieu.fr/pub/linux/plf/mandriva/2007.0/free/release/binary/i586/</code></p>
<p><code># urpmi.addmedia non-free \</p>
<p>http://distrib-coffee.ipsl.jussieu.fr/pub/linux/plf/mandriva/2007.0/non-free/release/binary/i586/</code></p>
<p>Ok. Já podemos instalar pacotes:</p>
<p><code># urpmi libdvdcss2</code></p>
<p># urpmi win32-codecs</p>
<p>E por aí vai.</p>
<p>Em resumo, estou gostando do Mandriva, fora dois pequenos problemas que percebi:<br />
1. A acentuação parou de funcionar enquanto eu escrevia esse post, depois voltou a funcionar novamente. Não entendi nada.<br />
2. O Firefox deu crash quando loguei no Wordpress. Estou escrevendo esse post via konqueror.</p>
<p>Do resto, tudo bem, especialmente o Centro de Controle Mandriva (drakconf). Estou impressionado.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Configurando PHP 5 no Windows XP + IIS</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=22</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Oct 2006 18:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Após seguir as instruções do install.txt, obtive os seguintes problemas:

Definições do php.ini era ignorado
Módulo do mysql não era carregado

As duas dicas para evitar esses problemas são:
Não confie cegamente nas instruções do install.txt, que diz que se você colocar o c:\php no path, não precisará colocar o php.ini no c:\windows. Na dúvida, SEMPRE use o php.ini [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após seguir as instruções do install.txt, obtive os seguintes problemas:</p>
<ol>
<li>Definições do php.ini era ignorado</li>
<li>Módulo do mysql não era carregado</li>
</ol>
<p>As duas dicas para evitar esses problemas são:</p>
<p>Não confie cegamente nas instruções do install.txt, que diz que se você colocar o c:\php no path, não precisará colocar o php.ini no c:\windows. Na dúvida, SEMPRE use o php.ini no c:\windows, ou o arquivo de configuração do PHP não será lido, de forma que o PHP sempre estará com as configurações default.</p>
<p>No php.ini, nunca use a barra invertida como separador de diretórios. Ao informar o parâmetro extension_dir, sempre informe o formato &#8220;c:/php/ext&#8221;, mesmo que o exemplo que esteja no arquivo seja &#8220;c:\php\ext&#8221;. Caso contrário, os módulos não serão carregados e o servidor subirá silenciosamente sem logar nem reclamar nada.<br />
É isso. Após umas 3 horas de bateção de cabeça, espero não perder tempo novamente com essas bobagens.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando RubyOnRails no Windows XP</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=21</link>
		<comments>http://marcus.idevs.net/log/?p=21#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2006 17:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[WEB 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcus.idevs.net/log/?p=21</guid>
		<description><![CDATA[Meu cenário:
Ambiente de desenvolvimento em Windows XP XP2, MySQL 5.0.24a, atrás de um proxy squid configurado para autenticação no domínio corporativo (Active Directory)
A primeira tentativa para instalar o Rails, foi usando o gem, passando por parâmetro o servidor de proxy:
c:\>gem install rails -p http://login:senha@servidorproxy:3128 -r --backtrace
Install required dependency activesupport? [Yn] Y
ERROR:  While executing gem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meu cenário:</p>
<p>Ambiente de desenvolvimento em Windows XP XP2, MySQL 5.0.24a, atrás de um proxy squid configurado para autenticação no domínio corporativo (Active Directory)</p>
<p>A primeira tentativa para instalar o Rails, foi usando o gem, passando por parâmetro o servidor de proxy:<br />
<code>c:\>gem install rails -p http://login:senha@servidorproxy:3128 -r --backtrace<br />
Install required dependency activesupport? [Yn] Y<br />
ERROR:  While executing gem ... (Errno::EBADF)<br />
Bad file descriptor - connect(2)</code><br />
Sem obter sucesso, parti para a instalação manual, baixando os pacotes individualmente, conforme explicado em http://wiki.rubyonrails.com/rails/pages/GemRails</p>
<p>Para instalação do Rails 1.1.6, baixei os seguintes pacotes:</p>
<ul>
<li>activesupport-1.3.1.gem</li>
<li>activerecord-1.14.4.gem</li>
<li>actionpack-1.12.5.gem</li>
<li>actionmailer-1.2.5.gem</li>
<li>actionwebservice-1.1.6.gem</li>
<li>rails-1.1.6.gem</li>
<li>rake-0.7.1.gem</li>
</ul>
<p>Coloquei todos eles em um diretório do meu PC e instalei, na ordem listada acima, com os comandos:<br />
<code>gem install activesupport<br />
gem install activerecord<br />
gem install actionpack<br />
gem install actionmailer<br />
gem install actionwebservice<br />
gem install rails<br />
gem install rake</code><br />
Pronto. O RoR já está instalado. Para começar a usar/aprender veja o seguinte tutorial:</p>
<p>http://br-linux.org/linux/tutorial_basico_de_ruby_on_rails</p>
<p><strong>Update:</strong></p>
<p>Consegui usar o gems, mesmo estando atrás de um proxy autenticando em Active Directory.  Bastou setar a variável http_proxy antes de executar o gems:</p>
<p><code>http_proxy=http://usuario:senha@10.2.1.2:3128</code></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eliminando arquivos de configuração com dpkg</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=20</link>
		<comments>http://marcus.idevs.net/log/?p=20#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Sep 2006 11:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Dica rápida:
Quando se faz uma remoção de pacotes do Ubuntu/Debian, usando o &#8220;apt-get remove&#8221;, os  arquivos de configuração dos pacotes removidos permanecem. Isso é útil caso você volte a utililizar o pacote no futuro. As configurações estarão mantidas. Mas se você não pretende mais usar o programa removido, convém excluir os arquivos de configuração também. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dica rápida:</p>
<p>Quando se faz uma remoção de pacotes do Ubuntu/Debian, usando o &#8220;apt-get remove&#8221;, os  arquivos de configuração dos pacotes removidos permanecem. Isso é útil caso você volte a utililizar o pacote no futuro. As configurações estarão mantidas. Mas se você não pretende mais usar o programa removido, convém excluir os arquivos de configuração também. Para isso basta adicionar o &#8211;purge como parametro para o apt-get, no momento da remoção: apt-get remove pacote &#8211;purge.</p>
<p>Ok. Mas se você já removeu vários pacotes do sistema e não usou o &#8211;purge? Nesse caso, ao listar os pacotes instalados com o comando dpkg -l, você vê os pacotes removidos, com o status &#8220;rc&#8221;, informando que o pacote foi removido, mas restam os arquivos de configuração. Para realizar o purge para todos estes pacotes basta fazer:</p>
<p>dpkg -l | awk &#8216;/^rc/ {print $2}&#8217; | xargs dpkg &#8211;purge</p>
<pre><em><em>
</em></em></pre>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Configurando Interface Wireless DLink</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=17</link>
		<comments>http://marcus.idevs.net/log/?p=17#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2006 01:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://marcus.idevs.net/log/?p=17</guid>
		<description><![CDATA[Eu nunca imaginei que configurar uma interface Wireless D-Link em uma estação Windows 2000 Professional pudesse me dar tanta dor de cabeça.
Logo depois que comprei o Access Point e a placa Wireless (ambas da D-Link), eu só tinha configurado no Linux  (Ubuntu 5.10 e depois 6.06). A configuração foi painless. Praticamente plug and play. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca imaginei que configurar uma interface Wireless D-Link em uma estação Windows 2000 Professional pudesse me dar tanta dor de cabeça.</p>
<p>Logo depois que comprei o Access Point e a placa Wireless (ambas da D-Link), eu só tinha configurado no Linux  (Ubuntu 5.10 e depois 6.06). A configuração foi <em>painless</em>. Praticamente plug and play. Só precisei acessar o Network Config, selecionar a inteface Wireless e adicionar ssid da rede e a chave criptográfica. Nenhuma surpresa, tudo funcionando.</p>
<p>Mas no Windows essa maldita placa não queria se conectar ao AP. Fiz tudo direitinho, como manda o figurino: instalação do driver pelo Wizard do próprio Windows (que reconheceu a placa de primeira). A ferramenta de configuração Wireless foi instalada automaticamente.  Tudo instalado e configurado, mas nada de conectar. Mudei a placa de slot, mudei a posição do computador, coloquei o AP em um local mais alto&#8230; nada. Eu odeio esses fantasminhas que às vezes vem visitar meu computador. Pois bem, depois de zilhões de tentativas, acesso à fóruns na internet, sites de hardware, suporte da D-Link, a bendita placa resolveu funcionar.</p>
<p>Devo confessar que o software da D-Link, embora bem simples, não é dos mais intuitivos. Então, só pra ficar registrado, o procedimento que funcionou (pra que eu não precise bater cabeça novamente com tentativas diferentes):</p>
<ul>
<li>Abrir o D-Link AirPlus G Wireless Utility</li>
<li>Clicar em Site Survey</li>
<li>Clicar em Refresh (a rede Wireless deve aparecer na lista &#8220;Available Network&#8221;</li>
<li>Selecionar a rede e clicar no botão &#8220;Connect&#8221;</li>
<li>Fornecer o ssid e a chave criptográfica</li>
<li>Clicar em OK e rezar pra a placa conectar.</li>
<li>Se não conectar, desligar o computador, tomar um café, dar um chute no gabinete e tentar tudo novamente.</li>
</ul>
<p>Uma vez conectando,  aparentemente não dará maiores dores de cabeça. Mas a configuração é dependente do perfil do usuário, logo só funciona que esse usuário em especifico logado. Não sei se tem jeito de deixar valendo para o sistema como um todo. Ainda não precisei disso.  ;-P</p>
<p>As configurações do AP são:</p>
<ul>
<li>Data Encriptation: WEP</li>
<li>Key Lenght: 64 bits &#8211; Hexadecimal</li>
<li>Autentication: Open</li>
<li>Wireless Mode: Infraestruture</li>
<li>ssid: idevs</li>
<li>Filtro por MAC ativo.</li>
</ul>
<p>Detalhe: No Linux o sinal fica sempre em torno de 60%. No Windows, com o driver oficial fornecido pela D-Link, não consigo mais que 40% de sinal, sendo que normalmente fica na faixa dos 30% <img src='http://marcus.idevs.net/log/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<div style="text-align: center"><img alt="dlink1.jpg" id="image19" src="http://marcus.idevs.net/log/wp-content/uploads/2006/09/dlink1.jpg" /></div>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bom é quando faz mal!</title>
		<link>http://marcus.idevs.net/log/?p=14</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 23:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matanza]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Puta que pariu galera!!
Criei um fórum em homenagem ao Matanza, uma das minhas bandas prediletas. Tem dois dias no ar e já tem um certo movimento. A divulgação tá fraca ainda, principalmente porque odeio fazer cross-posting (enviar o mesma mensagem em vários locais diferentes). Já divulguei no fórum do Raimundos e do Sepultura. Tô criando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Puta que pariu galera!!</p>
<p>Criei um fórum em homenagem ao Matanza, uma das minhas bandas prediletas. Tem dois dias no ar e já tem um certo movimento. A divulgação tá fraca ainda, principalmente porque odeio fazer cross-posting (enviar o mesma mensagem em vários locais diferentes). Já divulguei no fórum do Raimundos e do Sepultura. Tô criando coragem pra divulgar na Comunidade do Orkut &#8220;Matanza &#8211; Musica pra macho&#8221;. Depois disso deve bombar.</p>
<p>Coloquei também um anúncio do Google AdWords, só que já tem 2 dias  que fiz o pagamento via boleto bancário e o anúncio ainda não tá veiculando. Vamos ver se dá algum resultado.</p>
<p>O endereço é <a href="http://www.matanzafc.net">http://www.matanzafc.net</a> (na falta de um dóminio melhor, acabei registrando esse mesmo)</p>
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		<title>Blog novo, vida nova!</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Aug 2006 05:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcus</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Pois é. Depois ter conseguido vencer a preguiça e gerado até uma boa quantidade de conteúdo, perdi o meu blog antigo por causa da incopetência da empresa de hospedagem, que sumiu com o banco de dados, juntamente com todos os meus posts.
Então, recomeçar do zero, novas anotações, novos pensamentos. Vamos lá.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é. Depois ter conseguido vencer a preguiça e gerado até uma boa quantidade de conteúdo, perdi o meu blog antigo por causa da incopetência da empresa de hospedagem, que sumiu com o banco de dados, juntamente com todos os meus posts.</p>
<p>Então, recomeçar do zero, novas anotações, novos pensamentos. Vamos lá.</p>
]]></content:encoded>
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